English

Pedophile talks about attempts to treat the disease and fear of losing control

[English translation] -- How was the reaction when you told your wife? -- Wow, she was devastated. At the time, she didn’t say anything. She was speechless. I was only able to talk to her again the following week, already in jail. -- Are you religious? Did you look for help or did you already have it? -- I already had, I was evangelical. But I didn’t ask anyone for help. It’s very difficult to ask for help. If I said, "I'm a thief," it would be easier. Not a pedophile, because the pedophile is already stigmatized. He's a criminal. He is not a patient, he is a criminal.

Portuguese

Fé pela terra: freiras lideram movimento contra obra de gasoduto

Em 2005, um grupo de 205 freiras católicas se reuniu na cidade americana de Saint Louis para falar sobre um assunto que as preocupava: a poluição do meio ambiente. Vindas em sua maioria de áreas rurais dos Estados Unidos e tendo visto de perto a contaminação de recursos naturais por grandes corporações, as irmãs da congregação Adoradoras do Sangue de Cristo queriam documentar a relação entre a fé e a preservação do planeta...

Cidade onde morava atropelador de protesto evita falar sobre episódio

Os arredores da pequena Maumee, no norte de Ohio, são parte do cenário típico da região rural americana: terrenos com extensas plantações, casas isoladas e eventuais placas de apoio ao presidente Donald Trump. A administração do condomínio do qual Fields seria morador tampouco confirmou a informação. Questionada sobre se Fields morava ali, a administradora do complexo de apartamentos disse um rápido "sim", mas logo cortou a conversa, alegando que não poderia dar informações sobre os moradores.

Série envia blogueiros de moda para conhecer fábrica têxtil no Camboja

"Os jovens da Noruega gastam uma quantidade enorme de dinheiro em roupas, mas eles não fazem ideia onde elas realmente são produzidas", disse o diretor noruegues Joakim Kleven. Desconhecer a origem do que se veste não é exclusividade dos jovens noruegueses, mas foi de Oslo que partiram os três blogueiros de moda que participaram de uma série-reality dirigida por Kleven. O destino? Uma fábrica de roupas no Camboja. "Sweatshop - Dead Cheap Fashion" (lançada no meio de 2014 e disponível online com

Autor descobre filme que mostra comunidade dizimada no Holocausto

Em seu mais recente livro, o norte-americano Glenn Kurtz escreve que a história é construída por fragmentos “preservados ao acaso, misteriosos, conectados”. E foi mesmo juntando pedaços de um quebra-cabeça que Kurtz compôs “Three minutes in Poland” ("Três minutos na Polônia") - inédito em português e recém-lançado nos Estados Unidos. O livro conta como, ao pesquisar sobre seu novo romance, o músico e professor acabou, ele mesmo, se tornando o personagem que criou.

Pedófilo relata tentativas de tratar a doença e o medo do descontrole

- Como foi a reação quando o senhor contou para a sua esposa? - Nossa, ela ficou arrasada. Na hora, ela não falou nada. Ela não teve palavras. Eu consegui conversar com ela na semana seguinte, já na prisão. - O senhor tem alguma religião? Procurou ou já tinha? - Eu já tinha, eu já era evangélico. Ajuda não tinha pedido para ninguém. É muito difícil pedir ajuda. Se eu falasse “eu sou ladrão” era mais fácil. Pedófilo não, porque o pedófilo já é estigmatizado mesmo. É um criminoso.

Tenho orgulho de ter escondido e salvo tutsis, diz radialista ruandês

O ruandês Rubens Mukunzi tinha 15 anos quando ouviu na rádio um discurso inflamado do presidente interino de seu país falando em uma luta contra inimigos. Assim como muitos, ele demorou um pouco para perceber o que acontecia no seu país naquele abril de 1994: uma limpeza étnica, uma matança deliberada ordenada pelo Estado, um genocídio. Rubens era estudante na época e havia ido passar uns dias com a mãe e as irmãs. Ele conta que, nos 100 dias em que 800 mil pessoas morreram, ele e a família se

Sob a sombra da repressão, Ruanda se reconstrói 20 anos após genocídio

Era 1994, o Brasil chorava a morte de Ayrton Senna, a África do Sul elegia seu primeiro presidente negro no pós-apartheid, o Reino Unido e a França inauguravam o Eurotúnel e a Otan fazia o primeiro ataque contra aviões sérvios durante a guerra da Bósnia. No mesmo ano, em 100 dias, de abril a junho, 800 mil pessoas morriam assassinadas em Ruanda. O genocídio, termo adotado após muito debate nos comitês da ONU, foi um dos episódios mais sangrentos da segunda metade do século XX, e afetou quase um

Entenda por que o mundo não impediu o genocídio de Ruanda

As mortes de ruandeses da etnia tutsi pela maioria hutu começaram antes de 1994, quando ocorreu o genocídio que deixou 800 mil mortos em 100 dias no país. Desde 1990, agências humanitárias e a ONU vinham documentando matanças isoladas e a deterioração da situação no país. Quando o genocídio efetivamente começou, as lideranças políticas foram também avisadas. Então por que, dias depois da retirada de estrangeiros, a ONU não aprovou uma intervenção militar? Por que, ao invés disso, diminuiu o núme

'Mandela foi chave do sucesso', diz único negro do título de rúgbi de 1995

Imortalizada no filme 'Invictus', com Morgan Freeman no papel do ex-presidente sul-africano Nelson Mandela, a vitória da África do Sul sobre a Nova Zelândia na final da Copa do Mundo  de Rúgbi de 1995 significou muito mais do que um título para o país. Mandela tinha acabado de ser eleito presidente pelo partido que ajudou a fundar – o Congresso Nacional Africano – e tentava livrar a nação da herança que os 45 anos de políticas racistas do regime do apartheid haviam deixado.

Missa em igreja símbolo da luta antiapartheid homenageia Mandela

Uma grande missa na maior igreja do bairro de Soweto, em Johanesburgo, na África do Sul, homenageia na manhã deste domingo (8) o líder Nelson Mandela. A igreja Regina Mundi, construída em 1964, foi um símbolo da luta contra o regime racista do “apartheid” no país. Durante uma manifestação estudantil de 1976, jovens correram para a igreja e foram abrigados, mas cerca de 40 jovens morreram na igreja, que foi alvejada pela polícia. Até hoje há buracos de bala no edifício.

'Só via brancos pela TV', diz dono do 1º albergue no bairro de Soweto

Na época do regime racista do apartheid (1948-1994), na África do Sul, o bairro de Soweto concentrava a maior parte da população negra - e, portanto, marginalizada - da cidade de Johanesburgo. O líder da luta antisegregacionista Nelson Mandela vivia lá quando foi preso e para lá retornou quando foi solto, 27 anos depois. Sua libertação mudou o país - ele virou presidente e as políticas racistas acabaram - e também o Soweto, que recebeu investimento e infraestrutura.
Load More Articles